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seg, 18 out 2021
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Maioria na CEE, base aliada de Guti (PSD) propõe e aprova relatório pela extinção da Proguaru

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Apenas dois vereadores, de oposição, apresentaram e votaram pela restruturação da empresa

O último dia da Comissão Especial de Estudos da Proguaru na Câmara Municipal foi marcado pela leitura e votação de dois relatórios distintos sobre o futuro da empresa. Nesta sexta-feira (10) os 11 vereadores membros se reuniram presencialmente na Casa Legislativa, para colocar um ponto final na CEE.

À Comissão foi atribuída a possibilidade de ouvir, questionar e debater pontos importantes na atuação da Proguaru em Guarulhos. E ainda, as causas e consequências, pelas quais, a Prefeitura de Guarulhos e a Câmara Municipal apresentaram e aprovaram seu fim até 31 de dezembro deste ano.

A reunião foi resultado conclusivo de todas as sessões anteriores, dois lados distintos, um defendendo a manutenção da Proguaru e o outro sua extinção. Mas, assim como nos encontros anteriores, com pouco debate e uma divisão desproporcional entre os contrários e favoráveis.

Do lado contrário à empresa, um grupo de nove vereadores, cujo relator do documento apresentado foi o vereador André Alves (Cidadania) defendeu o fim definitivo da Proguaru, sob a justificativa de “reiterados prejuízos e comprometimento de recursos públicos”.

No entanto, os outros oito aliados da base do governo municipal endossaram a tese e assinaram e votaram este relatório. São eles: André Alves (Cidadania), Carol Ribeiro (PSDB), Jayme Júnior (Republicanos), Leandro Dourado (DC) Sandra Gileno (Patriotas), Lauri Rocha (PSD), Romildo Santos (PSD), Geraldo Celestino (PSC) e Rafael Acosta (PTC).

Já entre os vereadores que defendem a continuidade da Proguaru, Edmilson Souza (PSOL) e Maurício Brinquinho (PT) apresentaram um segundo relatório “independente”, cujos apontamentos sugerem a recuperação da empresa, através de gestão e transparência por parte da administração municipal.

Para os parlamentares de oposição, é possível a continuidade da empresa, porém, a extinção defendida pela base, implica no pagamento de verbas rescisórias e indenizações. Tais problemas também seriam onerosos ao município, na mesma proporção.

Depoimentos obtidos pela Comissão de membros da diretoria da Proguaru apontam que não há verba em caixa para pagar os mais de 4,7 mil funcionários. Com o resultado, a CEE aprovou em maioria, o relatório apresentado pela base aliada, este, posteriormente será enviado ao plenário da Câmara para um novo debate e votação definitiva.

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