Pesquisa indica que um terço dos entrevistados vão gastar mais no Dia dos Pais, mesmo com pandemia

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Mesmo em meio à pandemia de Covid-19 que tem obrigado muitos brasileiros a mudarem hábitos e refazerem planos, a maioria dos brasileiros vai celebrar o Dia dos Pais – e boa parte deles gastando mais com presentes, aponta uma  pesquisa da Toluna, fornecedora líder de insights do consumidor sob demanda.

Na pesquisa, realizada com 843 pessoas nos dias 29 e 30 de julho, foi constatado que a maioria das pessoas (67%) mudará a forma de comemorar o Dia dos Pais neste ano. Desta vez, 33% dos entrevistados vão comemorar em casa na companhia do pai e das pessoas que moram no mesmo local; 31% vão comemorar de forma virtual, através de conferência de vídeo com familiares; e 20% planejam visitar o pai. Além disso, 44% dos respondentes disseram que vão preparar um almoço especial, e 15% deles pedirão comida de restaurante através de aplicativos.

A crise econômica decorrente da pandemia aparentemente vai afetar pouco os gastos programados com presentes para o Dia dos Pais. Segundo a pesquisa, 39% dos entrevistados devem gastar o mesmo valor que no ano passado com o presente, e 34% pretende gastar mais que em 2019. Por outro lado, 21% das pessoas responderam que gastarão menos este ano.

Quase 37% das pessoas entrevistadas pretendem gastar de R$ 101 a 300 reais nos presentes para o Dia dos Pais, e 30% responderam que gastarão entre R$ 51 e R$ 100. Levando em consideração o cenário criado pela disseminação do novo coronavírus, 64% das pessoas acreditam que as marcas tomaram as ações necessárias para promoção e venda de seus produtos.

Os produtos que lideram as listas de presentes são roupas e acessórios (60%), perfumes e cosméticos (36%), calçados (33%), equipamentos eletrônicos (15%) e ferramentas (13%). 53% dos entrevistados irão comprar os presentes em lojas onlines, 30% irão até o shopping e 12% pretendem comprar de autônomos ou pequenos comércios.

A pesquisa foi realizada nos dias 29 e 30 de julho de 2020, com 843 pessoas das classes A, B e C, segundo critério de classificação de classes utilizado pela Abep – Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, onde pessoas da classe C2 tem renda média domiciliar de R$ 4.500 por mês. Estudo feito com pessoas acima de 18 anos, de todas as regiões brasileiras, com 3 pontos percentuais de margem de erro e 95% de margem de confiança.