Veja o que candidatos políticos podem ou não podem nas redes sociais

Foto: Montagem/Guarulhos Online

Internet é forte aliada dos candidatos nas eleições 2020, mas qual o limite para uso das redes, leia a seguir

A corrida eleitoral já começou e faltam menos de 40 dias para as eleições municipais de 2020. Este ano, milhares de pessoas disputam cargos políticos, e em Guarulhos, há 12 opções de candidatos à Prefeito e mais de mil para vereador.

O município possui a segunda maior população do estado com mais de 1,3 milhão de habitantes e proporcionalmente, as 34 vagas para vereador na Câmara de Guarulhos. O salário vigente é de R$15.482,45 por mês.

Este ano, devido a pandemia de coronavírus, as eleições tiveram ampliação de uma hora para votação e serão das 7h às 17h e foram adiadas de outubro para novembro. O primeiro será em dia 15 e caso haja segundo turno em 29 do mesmo mês.

Mas, como realizar o clássico corpo a corpo, pelas ruas se ainda estamos enfrentando a contaminação pela Covid-19? Pelas redes sociais, a campanha tem sido a saída da maioria dos candidatos, já que passeatas e comícios ainda tem restrições para acontecer.

Antes mesmo do início oficial da campanha, lives, entrevistas e outras programações online já aconteciam em Guarulhos. O ex prefeito petista Elói Pietá é um dos que tem usado constantemente lives no Facebook.

Do outro lado, à direita, a candidata Adriana Afonso coleciona apoiadores via redes sociais e tem expressivo engajamento também no Facebook. Mas, segundo o Tribunal Regional Eleitoral, impulsionamento nas redes sociais só pode ser feito pelos candidatos com a plataforma.

Ou seja, empresas não podem ser contratadas para executar este tipo se solicitação, bem como está vedado o ataque por meio de grupos partidários aos opositores. Disparo de mensagens automáticas via WhatsApp também é proibido, desde que previamente solicitado.

A lei eleitoral não permite também, que propaganda de campanha seja feita de forma anônima na internet, esse tipo de prática pode ser punida com multa de R$ 5 mil a R$ 30 mil. E continua valendo as antigas regras: cobrar ou pedir algo em troca de voto é crime.