‘Não é lockdown, são restrições, não proibições’ diz governo sobre fase emergencial

Foto: Michel Wakin/Guarulhos Online

Doria diz que não vai reduzir frota no transporte público (EMTU, Metrô e CPTM)

A fase emergencial imposta pelo Governo do Estado de São Paulo entre 15 e 30 de março é mais uma tentativa de conter o avanço da pandemia de Covid-19 em SP. Em um ano, a doença já matou 62.570 pessoas, mesmo assim, o governo diz que não vai decretar lockdown.

Entre as novas regras está o cancelamento de serviço take away, que é a retirada dos produtos na porta do estabelecimento. A decisão se dá por causa de aglomeração em estabelecimentos que estão atendendo clientes neste modelo, mesmo com a recomendação para fechar.

Apesar da medida, as lojas poderão operar com serviço de entregas, assim como restaurantes que só podem funcionar por meio de Delivery. O trabalho remoto passa a ser obrigatório, para repartições públicas e escritórios que estavam funcionando presencialmente na fase vermelha.

Entre as novidades está a ampliação de restrições para setores como assistências técnicas, lojas de material de construção, hotéis e call centers. Essas atividades terão que reduzir ainda mais, o número de funcionários em operação e o horário de atendimento presencial.