Banco Central avança com plano de lançar PIX até novembro

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*Odilon Costa é CEO da Tree Solution

De acordo com o Banco Central, o sistema deverá ter disponibilidade de 99,9%, suportar 2 mil transações por segundo, com segurança e rapidez, tempo máximo de 15 minutos para recuperação e perda zero de dados admitida.

Por isso, as empresas que realizarão o processamento de pagamento instantâneo devem otimizar o processo na prevenção contra fraudes, associando a uma eficiente gestão de risco do cliente.

Segundo o BC, tudo o que deverá ser necessário para o usuário é um smartphone, uma conta em um prestador de serviço de pagamento (PSP) da escolha do consumidor e o aplicativo desse PSP.

O acesso será feito exclusivamente via app e no pagamento por chave, deverão ser aceitas três opções: CPF/CNPJ, número de telefone celular e email. Neste caso, não deverão ser solicitadas mais informações aos usuários envolvidos na transação.

Hoje, o processamento de pagamento no país leva, em média, entre 24 e 72 horas para serem efetivamente realizados. Com o PIX, a transação financeira ocorrerá em menos de 10 segundos.

E muitos sistemas de pagamento em uso são incompatíveis com a execução de operações em tempo real, porque realizam o processamento de transações em lotes.

O impacto disso é que alguns irão decidir tratar as operações em tempo real separadamente, através da implementação de módulos adicionais independentes de seus processos de pagamentos existentes.

Enquanto outros vão redesenhar completamente sua arquitetura operacional e migrar todo o ambiente para realizar operações online.