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qui, 04 jun 2026
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Falta de EPIs expõe profissionais da saúde aos riscos do coronavírus no ambiente de trabalho

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A medida em que se aumenta os casos de pacientes infectados por coronavírus, deve-se aumentar também os cuidados, sobretudo com aqueles que estão na linha de frente do atendimento desses pacientes: Médicos e enfermeiros e todos os profissionais da Saúde.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) está preocupada com alerta que o mundo levantou nas últimas semanas. A falta de Equipamentos de Proteção Individual, os (EPIs). Além de proteger os profissionais, preservam o paciente, evitando a contaminação por um profissional assintomático.

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A Associação Médica Brasileira disponibilizou um link para que médicos e a comunidade denunciem a falta desses equipamentos. No formulário é possível detalhar a denúncia preservando o anonimato.

Os equipamentos básicos de proteção individual são: máscara tipo N95 ou PFF2; óculos ou Face Shield; luvas; gorro; capote impermeável e álcool Gel 70%. Eles devem ser usados no caso de evidente risco de contaminação.

Aos hospitais está a responsabilidade de:

  • Fornecer os EPIs adequados às atividades;
  • Instruir e treinar os funcionários quanto ao uso dos EPIs;
  • Fiscalizar e exigir o uso dos EPIs;
  • Repor os EPIs quando danificados.

Profissionais da Saúde infectados por Coronavírus

De acordo com levantamento feito pelo jornal Folha de São Paulo cerca de 90 profissionais do Hospital Sírio Libanês estão afastados por terem sido infectados com coronavírus. Dentro dos hospitais públicos a situação é ainda mais severa.

Em Guarulhos

Profissionais da área de enfermagem do Hospital Municipal Pimentas Bonsucesso procuraram a reportagem GO e relataram a contenção de máscaras por parte a chefia. De acordo com esses funcionários (pediram anonimato), houve, na semana passada uma proibição expressa sujeita a punição de quem fizesse o uso.

Funcionários tiveram que assinar esse comunicado

A Prefeitura de Guarulhos não respondeu aos questionamentos da reportagem. Mas, a Organização Social que administra o hospital publicou nota em uma rede social. Porém, justificou o caso como “fake news”.

Nota da OS no facebook
Comunicado em que a administração do hospital se justifica do caso Foto: Redes Socais
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