Sindicato para garagem e Guarulhos têm circulação de ônibus afetada nesta segunda (21)

Foto: Marcela Vasconcelos/Guarulhos Online

A paralisação ocorreu para a realização de uma assembleia do Sincoverg, categoria reivindica reajuste salarial

Na manhã desta segunda-feira (21), Guarulhos registrou uma paralisação parcial de ônibus municipais e intermunicipais em decorrência de uma intervenção feita pelo Sincoverg (Sindicato dos Condutores), que impediu a saída dos ônibus da Viação Urbana Guarulhos.

A paralisação ocorreu para a realização de uma assembleia, e apenas por volta das 7h, com o fim da reunião, os veículos foram liberados e começaram a sair da garagem.

Apenas veículos da Viação Urbana Guarulhos não saíram da garagem no horário correto e começaram a circular com aproximadamente uma hora e meia de atraso, enquanto as duas outras campainhas que prestam serviços a viação Campo dos Ouros e Vila Galvão circularam normalmente. Aproximadamente 20 linhas das 63 existentes foram paralisadas.

As linhas da EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), que ligam Guarulhos a São Paulo, que também são atendidas pela Empresa Vila Galvão, passaram por problemas já que os veículos utilizam a mesma garagem.

A EMTU divulgou uma nota exclarecendo o ocorrido: “a empresa Vila Galvão teve suas linhas paralisadas no início da operação desta segunda-feira (21) devido à intervenção sindical na garagem, impedindo a saída dos veículos. A operação foi liberada às 7h”.

“Durante o período afetado, a EMTU acionou as empresas Guarulhos Transportes, Viação Arujá e Transdutora para reforçar os itinerários coincidentes com as seguintes linhas paralisadas: 591DV1 227DV1 341DV1 473 501 512 095 253 003 103 104 105 110 111 163 227 292 292DV1 337 337BI1 341 342 342DV1 349 500 500DV1 520 521 522 523 532 588 802”, diz nota emitida pela empresa.

A paralisação gerou grande transtorno para o guarulhense que depende do transporte público para se locomover, gerando grandes dificuldades e pontos de ônibus lotados neste primeiro dia do inverno.

A categoria já havia emitido uma nota na última sexta-feira (18) comunicando sobre uma possível greve, a reinvindicação é por reajuste salarial de 2,44% (referente a 2020, quando não houve reposição) mais 7,59% deste ano.